A moda tem calendário próprio. Coleções envelhecem em semanas, o frete pesa no custo e a remarcação corrói a margem. Organizar o estoque e o preço é o que mantém a loja no azul.
No varejo de moda, o produto tem prazo de validade comercial: o que não vende na estação certa vira remarcação e prejuízo. O lojista precisa equilibrar a compra da próxima coleção sem afogar o caixa no estoque da anterior. Ao mesmo tempo, o frete de reposição, a logística de trocas e a devolução de peças encarecem cada item — custos que muitas vezes não entram na conta do preço. Sem controle de inventário e precificação, a loja fatura, mas não lucra.
Estruturamos o controle de estoque por coleção, o custo logístico real e a precificação que absorve remarcações sem gerar prejuízo.
Acompanhamento do giro de cada estação para planejar remarcações e compras sem inchar o estoque.
Incluímos frete, trocas e devoluções no custo real do produto — o preço passa a cobrir tudo.
Definimos o markup considerando que parte da coleção será vendida com desconto no fim da estação.
Classificação correta de NCM/CEST das peças e aproveitamento de substituição tributária.
Você enxerga o que vende, o que encalha e o que falta — para comprar melhor na próxima coleção.
O segredo da loja de roupas não é vender caro — é precificar sabendo que uma parte da coleção sairá com desconto. Se o markup inicial não prevê a remarcação de fim de estação, a liquidação deixa de ser estratégia e vira prejuízo. Precificar moda é planejar o ciclo inteiro da peça, do lançamento ao saldão.
O preço de lançamento precisa absorver a futura remarcação e ainda deixar margem.
Separe os itens que puxam o faturamento dos que só ocupam espaço no estoque.
Descontos programados esvaziam o estoque velho e liberam caixa para a nova coleção.
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